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O coração da precisão

2.234 isolados das principais doenças das florestas plantadas

Avaliar resistência não é apenas "jogar um fungo ou uma bactéria na planta". A qualidade de uma fenotipagem depende da qualidade, da diversidade e da representatividade dos patógenos usados no ensaio — e é isso que o banco da Clonar garante.

Por que um banco próprio

O ensaio só é tão bom quanto o patógeno que ele usa

01 · QUALIDADE

Identidade e patogenicidade confirmadas

Cada isolado é mantido em cultura pura, com identificação do patógeno e capacidade de causar doença comprovada antes de entrar em ensaio.

02 · DIVERSIDADE

Regiões, hospedeiros e anos diferentes

O mesmo patógeno varia muito em agressividade. Um banco amplo permite montar painéis que cobrem essa variação, em vez de depender de um único isolado.

03 · REPRESENTATIVIDADE

O que o campo do cliente enfrenta

Isolados escolhidos por origem e agressividade documentada, para que o clone aprovado em casa de vegetação resista à população real do patógeno.

Sete doenças, quatro partes da planta

Onde cada patógeno do banco ataca

Cada doença entra pela planta de um jeito — e por isso cada uma tem o seu protocolo de inoculação e de avaliação. Toque num patógeno para ver onde ele age.

  • 1
    Murcha de RalstoniaEntra pelas raízes e coloniza os vasos · Ralstonia solanacearum
    bactéria
  • 2
    Murcha de CeratocystisInfecta o lenho, em geral por ferimentos · Ceratocystis fimbriata
    fungo
  • 3
    Seca de ponteirosAtaca ponteiros e brotações novas · Erwinia psidii
    bactéria
  • 4
    FerrugemPústulas em tecidos jovens: brotações e folhas novas · Austropuccinia psidii
    fungo
  • 5
    Mancha de TeratosphaeriaManchas em folhas juvenis e adultas · Teratosphaeria spp.
    fungo
  • 6
    Mancha de CalonectriaManchas foliares que levam à desfolha · Calonectria spp.
    fungo
  • 7
    Mancha bacterianaLesões nas folhas · Xanthomonas spp.
    bactéria

Variabilidade entre isolados

Mesmo clone, 28 isolados, conclusões opostas

Cada barra é um isolado real de Ceratocystis fimbriata do banco, inoculado no mesmo clone. Escolha o isolado do ensaio e veja como muda a leitura.

Do campo ao banco

Como um isolado entra no banco

Um isolado só é usado em ensaio depois de identificado, testado e registrado com a sua origem.

Coleta

Amostras de plantas com sintoma em plantios, viveiros e áreas de clientes e parceiros.

Registro de local, hospedeiro e data

Isolamento

O patógeno é separado do tecido doente e obtido em cultura pura.

Cultura pura

Identificação

Caracterização morfológica e, quando necessário, molecular.

Espécie confirmada

Patogenicidade

Inoculação em plantas sadias para confirmar que o isolado causa a doença e medir a sua agressividade.

Agressividade documentada

Preservação

Conservação de longo prazo e ficha com origem, hospedeiro, ano e histórico de uso.

Código no banco · rastreável no laudo

As principais doenças avaliadas

Sintomas reais, catalogados pela equipe

Como cada doença é avaliada
7doenças avaliadas com isolados próprios. Fichas técnicas publicadas pela Clonar desde 2017.
Folha de eucalipto com pústulas amarelas de ferrugemfungo
FerrugemAustropuccinia psidiiFicha técnica
Folha com manchas necróticas de Calonectriafungo
Mancha de CalonectriaCalonectria spp.Ficha técnica
Folha com lesões de mancha bacterianabactéria
Mancha bacterianaXanthomonas spp.
Muda murcha por Ralstonia em fundo brancobactéria
Murcha de RalstoniaRalstonia solanacearumFicha técnica
Ponteiro seco por Erwinia em muda de eucaliptobactéria
Seca de ponteirosErwinia psidiiFicha técnica
Corte de tronco com escurecimento do lenho por Ceratocystisfungo
Murcha de CeratocystisCeratocystis spp.Ficha técnica
Prancha com sintomas de mancha de Teratosphaeria em folhas e plantiofungo
Mancha de TeratosphaeriaTeratosphaeria spp.

Próximo passo

Um patógeno do seu campo ainda não está no banco?

Coletamos, isolamos e caracterizamos o patógeno da sua área para incluí-lo nos ensaios dos seus clones.

ou escreva para comercialclonar@gmail.com

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