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Vista aérea da estrutura da Clonar em Viçosa, MG: casas de vegetação, laboratório, galpão e viveiro de produção

Vista aérea · Clonar, Viçosa (MG)

Pesquisa e desenvolvimento em sanidade florestal · Viçosa, MG

Fenotipagem de resistência a doenças florestais e pesquisa aplicada

A Clonar avalia a resistência de materiais genéticos às principais doenças florestais em ensaios controlados, com um banco de 2.234 isolados de patógenos. O resultado de cada ensaio orienta a escolha dos clones que seguem para o plantio comercial.

Laboratório, casa de vegetação e campo Clientes somam +60 % da área plantada no Brasil Projetos em +10 países
2.234isolados de patógenos florestais catalogados no banco da Clonar
7doenças avaliadas: murchas, manchas, seca de ponteiros e ferrugem
+60%da área plantada no Brasil pertence a empresas atendidas
+10países com projetos de pesquisa concluídos

Risco sanitário

Perdas por doenças em florestas plantadas

O Brasil planta 1,8 milhão de árvores por dia. Em plantios clonais, um genótipo suscetível ocupa milhares de hectares, e a perda costuma ser percebida apenas no fim do ciclo, quando já não é possível substituir o material.

R$ 500 biCapital do setor florestal brasileiro em floresta plantada e ativos industriais.
1,8 miárvores plantadas por dia no Brasil
10,5 mihectares de florestas plantadas
US$ 100–300 mipor ano em perdas por doenças fúngicas no Brasil
US$ 50–200 mipor ano com cancro resinoso do pinus nos EUA, Chile e África do Sul

Fontes: IBÁ (2019); Scolforo (2009); levantamentos de perdas por Fusarium circinatum, Dothistroma e Heterobasidion citados na apresentação técnica da Clonar.

Ensaios da Clonar

Proporção de clones resistentes por patógeno

Clones avaliados nos ensaios, classificados como resistentes ou suscetíveis a cada patógeno.

ResistenteSuscetível
T. nubilosamancha de Teratosphaeria
59 %
C. fimbriatamurcha de Ceratocystis
52 %
E. psidiiseca de ponteiros
36 %
X. axonopodismancha bacteriana
34 %
A. psidiiferrugem
33 %
C. pteridismancha de Calonectria
29 %
R. solanacearummurcha de Ralstonia
29 %

Para cinco dos sete patógenos, menos de 40 % dos clones avaliados foram resistentes. Sem fenotipagem, a seleção não distingue clones resistentes de clones que escaparam da doença.

Fonte: ensaios de resistência da Clonar (apresentação técnica, 2026). Percentuais sobre o total de clones avaliados por patógeno.

Comparação em campo

Clone resistente e clone suscetível no mesmo talhão

Fotografia de campo: duas linhas de plantio vizinhas, sob o mesmo ambiente e o mesmo patógeno. À esquerda, um clone selecionado com base em fenotipagem; à direita, um clone suscetível.

  • Genótipo: com manejo, ambiente e patógeno iguais, a diferença de sanidade se deve ao clone, escolhido anos antes.
  • Momento da perda: a mortalidade aparece no fim do ciclo, depois do investimento em plantio, tratos silviculturais e anos de rotação.
  • Fenotipagem: o ensaio em casa de vegetação reproduz essa comparação antes do plantio comercial.
Clone resistente à esquerda, com copa verde; clone suscetível à direita, com árvores secas, no mesmo talhão
Clone resistenteClone suscetível

Serviços

Fenotipagem, pesquisa aplicada e material genético

Do ensaio de resistência em casa de vegetação ao desenvolvimento de clones e ao planejamento do melhoramento em horizonte de 15 anos.

01Carro-chefe

Fenotipagem e análise de resistência a doenças

Avaliação da reação de materiais genéticos às principais doenças florestais, com medida de severidade, progresso e impacto da doença.

  • Ensaios em casa de vegetação, campo e ambientes controlados
  • Isolados representativos do banco de 2.234, escolhidos por região e agressividade
  • Sete doenças: murchas, manchas, seca de ponteiros e ferrugem
  • Laudo por clone com classificação e recomendação

Indicado para
Gerentes de melhoramento e de P&D nas etapas de seleção e liberação de clones.

02

Pesquisa aplicada e desenvolvimento de tecnologia

Projetos definidos com cada empresa para investigar problemas específicos de fitopatologia e de resistência a doenças florestais.

  • Ensaios biológicos em laboratório, viveiro, casa de vegetação e campo
  • Projetos consorciados com fomento (Embrapii, BNDES, Fapemig)
  • Parcerias com universidades e agências de fomento à pesquisa
  • Projetos executados em mais de 10 países

Indicado para
Diretorias técnicas e industriais com um problema de campo sem resposta na literatura.

03

Desenvolvimento de material genético melhorado

Clones resistentes a doenças e mais produtivos: próprios, para licenciamento, ou desenvolvidos sob contrato. Inclui o Plano Diretor de Melhoramento Genético.

  • Diagnóstico e desenho do ciclo de melhoramento
  • Critérios de seleção e estrutura dos ensaios
  • Metas por horizonte: 5, 10 e 15 anos
  • Acompanhamento contínuo com a equipe técnica do cliente

Indicado para
Diretoria florestal e comitês de genética que definem o portfólio clonal.

Metodologia

Como fenotipamos

Cada ensaio reproduz, sob controle, as três condições necessárias à ocorrência da doença e mede a reação de cada clone.

Triângulo da doença

Condições reproduzidas no ensaio

A doença ocorre quando coincidem hospedeiro suscetível, patógeno agressivo e ambiente favorável. O ensaio controla as três condições: isolados de agressividade documentada, plantas sadias e padronizadas, e temperatura e umidade favoráveis à infecção. Com ambiente e inóculo fixos, a diferença de sintomas entre clones passa a refletir a resistência de cada genótipo.

Pesquisadora manipula amostra de tecido vegetal com luvas no laboratório da Clonar
01 · ISOLADO

Patógeno representativo

Isolados escolhidos no banco por origem geográfica, hospedeiro e agressividade comprovada.

Mudas inoculadas em avaliação na casa de vegetação da Clonar
02 · INOCULAÇÃO

Ensaio controlado

Hospedeiro sadio, ambiente favorável e patógeno agressivo, com repetições e testemunhas.

Pesquisadora observa lâmina ao microscópio no laboratório da Clonar
03 · AVALIAÇÃO

Severidade e progresso

Escalas padronizadas, comprimento de lesão, curva de progresso e análise estatística.

Pesquisadores registram avaliações no laboratório da Clonar
04 · LAUDO

Classificação por clone

Resistente, tolerante ou suscetível, com recomendação para o programa de melhoramento.

Quando a fenotipagem costuma ocorrer No fim do programa, com poucos clones

A seleção por crescimento e qualidade da madeira dura anos, e o teste de doença vem só no final. Se nenhum clone for resistente, a seleção recomeça.

Quando recomendamos fenotipar No início, com muitos clones

Os clones suscetíveis são descartados no primeiro filtro, e só materiais resistentes seguem para os testes de campo. O custo por clone resistente identificado diminui.

Banco de isolados

Banco com 2.234 isolados de patógenos florestais

A confiabilidade de um ensaio depende da representatividade e da agressividade dos isolados utilizados. O banco da Clonar reúne isolados das sete principais doenças das florestas plantadas.

7doenças avaliadas com isolados próprios, de diferentes regiões e hospedeiros
Folha de eucalipto com pústulas amarelas de ferrugemfungo
FerrugemAustropuccinia psidii
Folha com manchas necróticas de Calonectriafungo
Mancha de CalonectriaCalonectria spp.
Folha com lesões de mancha bacterianabactéria
Mancha bacterianaXanthomonas spp.
Muda de eucalipto com murcha causada por Ralstonia solanacearumbactéria
Murcha de RalstoniaRalstonia solanacearum
Muda de eucalipto com seca de ponteiros causada por Erwinia psidiibactéria
Seca de ponteirosErwinia psidii
Corte de tronco com escurecimento do lenho por Ceratocystisfungo
Murcha de CeratocystisCeratocystis spp.
Folha de eucalipto com manchas necróticas de Teratosphaeriafungo
Mancha de TeratosphaeriaTeratosphaeria spp.

Variabilidade entre isolados

Agressividade variável entre 28 isolados do mesmo patógeno

  • Cada barra corresponde a um isolado de Ceratocystis fimbriata do banco da Clonar, inoculado no mesmo clone.
  • O comprimento de lesão varia mais de cinco vezes entre o isolado menos agressivo e o mais agressivo.
  • Um isolado pouco agressivo superestima a resistência do clone, que pode se mostrar suscetível em campo. A escolha do isolado define o rigor do ensaio.

Coordenação científica

Nosso foco aqui é encontrar soluções reais para os problemas das empresas.

Prof. Acelino Couto Alfenas
Prof. Acelino Couto AlfenasSócio-diretor da Clonar · Professor da Universidade Federal de Viçosa · Membro titular da Academia Brasileira de Ciências
+20prêmios de mérito em desenvolvimento tecnológico ao longo da carreira
Topentre os cientistas mais citados do mundo em Plant Science & Agronomy
15anos de pesquisa aplicada ao setor florestal
CenTevempresa graduada pela incubadora de base tecnológica da UFV
Davi Mesquita
Davi MesquitaEngenheiro agrônomo, doutor em Fitopatologia. Responsável técnico pela fenotipagem e pela pesquisa aplicada.Conhecer a equipe
Equipe multidisciplinarFitopatologia, melhoramento genético, engenharia florestal e agronomia, do laboratório ao campo.Ver áreas de atuação

Tríplice hélice da inovaçãoProjetos conduzidos em conjunto com a indústria florestal, universidades e agentes de fomento.

UFVUniversidadeCenTevIncubadoraUSPUniversidadeEmbrapiiFomentoBNDESFomentoFapemigFomento

Formação

AgroPós: a escola de pós-graduação do Grupo Clonar

A AgroPós forma especialistas em ciências agrárias e florestais, com nove pós-graduações EAD credenciadas pelo MEC e uma plataforma de cursos livres.

MECPós-graduação lato sensu credenciada

Próximo passo

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Descreva a demanda da empresa: um clone em liberação, um programa de melhoramento ou um problema de campo sem solução conhecida. A equipe técnica responde em até um dia útil com uma proposta de abordagem.

Contato da equipe técnica
  • comercialclonar@gmail.com
    Resposta em até 1 dia útil, em português, inglês ou espanhol
  • +55 (31) 98327-9951
    WhatsApp e telefone, horário comercial
  • Viçosa, Minas Gerais, Brasil
    Laboratório, casas de vegetação e campo experimental
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